love kills?

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sábado, 30 de abril de 2011

aluguel barato


perdi o chão ao entender meu papel nesse teatro sujo. até seria reconfortante fingir ofensa e enumerar as chances que me chegam a cada minuto, mas estaria me igualando aos mesmos que ignoro.
e admito, no fundo todos os convites possuem o mesmo ar cafajeste que o seu, eu só escolho os que parecem menos piores.
pode achar um absurdo eu adotar verdades que se rendem aos pés do outro porque teu orgulho é teu guia e te impede de agir assim, porém, pra mim essas palavras sinceras são mais dignas do que as mentiras que se gabam para nunca se curvar a ninguém.
triste pra você é perder a pose. triste pra mim é não se importar mais.
e chegou a este ponto quando percebi que depois de tudo, você ainda não captou logo o mais importante.
e me responda, de que me vale o resto, então, se nada vai mudar?
e eu que só buscava o diferencial, me vi presa no mais clichê possível. esquentar a cama no escuro e trocar poesia por uns goles. mas não amargue tua solidão, não na minha frente. de nada adianta acordar ao lado de um desconhecido que deixa de ser interessante com o tempo. isso nunca fez meu tipo, e infelizmente, faz todo o seu.
eu mais do que ninguém sei que as farras sempre acabam e um dia você se vê só, quando a realidade mostra sua face. eu não sei quem você era por todas aquelas horas pois elas se acabaram faz tempo.
você buscava álibis enquanto eu buscava um pouco de proteção.
cansei de ser o aluguel barato, o passatempo com palavras que você quer escutar de vez em quando.
não se sinta capaz de me engabelar porque há tempos entendi a jogada.
só não queria acreditar que você é igual a todo mundo. eu que apostei errado (que dessa vez seria diferente)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

bastidores



criar expectativa é pedir pra sofrer. burrice é tentar no que não vai dar em nada.
de sua boca nunca saiu  uma só verdade, eram teus olhos gritando o que eu não podia escutar
existem pessoas que servem como válvula de escape, intervalo entre mundos de diversão e chatice.
uma sombra nos bastidores.
um pedaço teu solto por aí, pateticamente programado a implorar o lar de volta, aquele que nunca nos pertenceu.
o meu eu nunca encontrei. e sinceramente, nem sei mais se ainda quero buscar.

quinta-feira, 28 de abril de 2011


e eu que já experimentei de tudo agora que sei o que me faltava. por todo esse tempo percorrendo casas de família e inferninhos, só pra entender que minha alma implora e mendiga por paz. somente paz.
nada mais..

a lógica



eles e elas, todos exatamente iguais. e quando você pensa encontrar alguma diferença em outro ser, está completamente enganado. eles continuam interesseiros, metidos, egocêntricos e vazios. é desanimador entender belezas tristes escondidas em flertes mal intencionados. não importa agir sozinha com a alma, enquanto o resto do mundo só age pelas necessidades do corpo. eles querem te conquistar pra se exibir aos outros e sair de fininho pelas beiradas. contam vantagens e se camuflam em reputações duvidáveis. e de nada adianta se contorcer de dor e não fazer careta. de nada adianta amar e não demonstrar. de nada adianta mudar por fora e por dentro querer sempre mais do mesmo. são doses secas de tédio com mau caratismo e na boa, não tenho saco pra isso. se essa é a lógica, prefiro correr pela contramão até cansar. antes ficar só do que amargar decepções mal vindas.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

escudo



entre usar o ego como escudo e ser uma eterna desprotegida, tenho a ligeira impressão de que sempre serei adepta da segunda opção.

terça-feira, 26 de abril de 2011

a causa


Lições de vida nos cercam o tempo todo e nós fechamos os olhos. É tão mais fácil desviar da dor quando ela não está vestida em nossa pele. Não é por maldade, e sim pelo caos ter se tornado uma tendência natural. Nos acostumamos com as tragédias e nos surpreendemos com o altruísmo. Nos dias de hoje, bondade gera desconfiança e compaixão vira um meio de se autopromover. Eu, você, nós, eles... todos estamos presos em necessidades fulas, correndo atrás do material e deixando de lado as partes mais bonitas, que por ironia, não custam nada. Entre nós, poucas exceções. Um dia nos veremos diante de uma força muito maior, tão maior que no fundo já estava ao nosso lado desde sempre, assoprando a simplicidade enquanto buscávamos a perfeição no inalcançável. Às vezes não basta se comover, não basta ter coração. O amor não resolve todos os problemas, mas sua ausência é a causa de todos eles.

domingo, 24 de abril de 2011

antídotos


então chega um dia em que cartas antigas já não representam mais aquele apego desgastado pelo que, convenhamos, nunca voltaria a ser legal como antes. elas acabam se tornando o que nasceram para ser, apenas uma poeira fácil de varrer. você joga fora e não sente falta. existem desvios que nos ensinam a caminhar olhando para todas as direções, pois certamente em cada uma delas existem antídotos e contaminações. nem sempre é preciso experimentar para ter certeza de que é certo ou errado, pois alguns erros já vêm com a bula escrita do lado de fora em letra legível. arriscar é uma opção que mais parece faca de dois gumes. enquanto isso, vidas se cruzam e descruzam por milhares de razões, e nessa bagunça, como identificar quais realmente deveriam estar em determinadas posições? como a imponente carta de tarô 'A Roda da Fortuna' filosofa, essas voltas inevitáveis ao nosso redor só indicam mudanças que nós mesmos aspiramos. atraímos exatamente o que emanamos, encontramos o tesouro que tanto procuramos, seja ele de pura lata ou riqueza inestimável. nós somos o que transparecemos ser, apenas um espelho borrado que reflete os nossos próprios desejos.  

sexta-feira, 22 de abril de 2011

a última


e tudo que andava tão coloridamente falso e cinza, como esses elogios em forma de ataque e truques que mendigam amor (e ostentam indiferença), todos se foram dentro de uma caixinha de surpresas que consegui prender e não pretendo reabrir. às vezes, ao aprender uma nova lição nos esquecemos da última. são letras decoradas definindo o orgulho na contramão. tudo que eu fazia de errado antes me serviu como um carma amigo, que hoje fecha a cara a cada porre meu. demorei a entender que não sei só gostar. e posso prever o futuro, te vendo de longe e sentindo exatamente a mesma coisa que sentia há um dia atrás. existem dores que optamos em não sentir. existem pessoas que escolhemos não entender, e neste não entendimento é que mora a lógica: não é necessário explicar. basta celebrar que exista o que tentar entender (e nunca conseguir).

quinta-feira, 21 de abril de 2011

negação

Cada dor traz consigo a promessa mais furada do mundo: 'Nunca mais vou sofrer por ninguém'.
E quando menos se espera, nos pegamos sentindo exatamente as mesmas coisas, disparando os mesmos exageros, sussurrando os mesmos planos... 
E cada pessoa nova traz também a certeza de que não importa quanto o tempo passe ou quantas experiências vivemos, nós todos no fundo continuamos ingênuos e desprotegidos em relação a sentimentos e explosões que sabem nos domar.
Negar faz parte, sentir é inevitável.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

as mentiras

E eu, quem sou pra falar da vida? Sou só mais uma perdida entre diversões cansativas e pessoas falsamente treinadas a te bajular por interesses diversos... Sim, eu vejo muito estilo e beleza, no entanto, pouca personalidade e decência. E foi assim que aprendi a desviar de promessas furadas e reconhecer a lábia de lobos em pele de cordeiros, e passei a rir pelas costas e na própria cara de quem acha que nesta altura do campeonato ainda pode me enganar. Se a graça é participar de um grande jogo entre desocupados, guarde meu lugar no banco mais isolado, porque ando preferindo a companhia de um copo que se esvazia en cinco minutos do que escutar as velhas historinhas de sempre. 'Você é diferente de todo mundo' 'Você tem alguma coisa a mais' 'Você isso, você aquilo' Fácil agradar da boca pra fora pra satisfazer egos carentes e alimentar más intenções, porém, é uma escolha dos fortes, optar por qual mentira acreditar naquele momento. Eles se gabam e idealizam perfeições uns nos outros. Os dias passam, a juventude vai vestindo um traje mais sério, então observo as mesmas pessoas, que continuam exatamente da mesma forma. Que desânimo! Com isso, ao menos descobri o que quero ser quando crescer: vendedora de sinceridade, com uma bagagem acumulada de escândalos e furadas, e que na boa, ultimamente têm preferido ficar somente entre nós. E eu que já tive medo de ser quem sou, continuo confusa com uma bala cravada no peito e sem cair dura no chão, olhando pra dois lados opostos e esperando aquele sinal divino que sempre aparece na televisão. Tendo em vista o comportamento de certas pessoas, às vezes, ficar sozinho é a melhor opção.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

teu erro


Teu erro foi ter pensado demais nas coisas que poderia ter feito para que tudo fosse diferente. De que adianta pensar e não fazer absolutamente nada? E aquelas coisas lindas que me dizia, me perdoe, não me valem de nada pois tuas atitudes não condiziam com as palavras. Quem vive de ilusão não sabe pisar firme sem se machucar, pois o impacto com o chão chega a dar choque. Eu levei muitos até entender que existem pessoas que mais fazem mal do que bem, embora a aparência anuncie o contrário. Mas eu não vivo de aparências, não gosto de truques. Não entenda como orgulho a frase 'É tarde demais', e também não ignore a verdade por trás dela. Os anos se passaram e você continua exatamente a mesma pessoa. Os mesmos erros, a mesma dor. As minhas se acumulavam e morriam no meio do caminho. Aprendi contigo a parecer forte enquanto o interior continuava ferido, e hoje que me libertei de poses, me vejo obrigada a repetir: Porque seria mais fácil pra mim aceitar em você o que você nunca fez questão sequer de entender em mim?

sábado, 16 de abril de 2011

fazer a diferença


Ser sem graça é comum.  Ser bizarro também. Seguir o senso comum é previsível. Mas ser diferente é se destacar entre os que são exatamente iguais a você. Muitos tentam, poucos conseguem.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

a mensagem


eu trocaria qualquer romance coalhado pra estar contigo. não existe riqueza que se assemelhe ao teu olhar, àquela fração de segundos em que se perde no nada, transparecendo a alma. eu passaria a vida inteira observando essa cena e suspirando sozinha, sentindo o que não se explica e apenas se engole em doses pesadas. ondas de luxúria e ódio, bem medidas, percorrendo cada pêlo teu, um prazer demorado e calado, beijos que substituem palavras, perfeitos pra mim. um dia você vai encontrar o que escondi em teu peito, como os nossos nomes na agenda, letras embaralhadas e garrafas em cima da mesa, tudo que te dei em dobro sem terceiras intenções. qualquer cenário é perfeito em sua presença, qualquer beco se ilumina quando você sorri. te enxergo como um delírio bom de sonhar,  uma extensão despretensiosa do meu ser, no teu silêncio sem preço. não existe maldade em ser refém de suas vontades, pois são elas que me tocam quando o dia amanhece. te querer é transformar lágrimas antigas em sorrisos recentes. é o poder que você exerce sobre mim.

quase falar


Não acredito em amores que não machucam. Se não fere não é amor. Fato.
Sentimentos são simples como pinturas de arte abstrata, você até finge que entende, mas pode perder o sono tentando esquecer. Não se doma nem se controla o que consegue te confundir. O sentimento é uma fonte que só sabe gerar mais sede. Dói ao se embriagar, e dói em dobro na abstinência. Nessa confusão existe uma verdade inocente, dessas que se tem vergonha em admitir. Pessoas bonitas se tem de monte, pode-se escolher a dedo. Mas pessoas interessantes não... elas não são passageiras. Elas são aves livres que sempre retornam à gaiola no fim de noite. Você quer comprar aquela gaiola, mas ela não tem preço. Todos se atraem, envolvem e se descartam como meras distrações. Existem sensações que lhe libertam e que lhe prendem, basta escolher qual de fato, lhe completa. E essa escolha sempre surpreende. A fase de crescer nunca acaba, mas estaciona. Um dia você se vê no último degrau recontando seus erros. Um dia você aperta teu corpo contra outro, mas só consegue pensar no abraço de uma outra pessoa. Quem pode mandar no que manda e desmanda dentro de si mesmo? Eu sempre preferi a beleza rara das complicações, do quase falar e se segurar, da surpresa nas pequenas intenções. De relembrar cada detalhe em câmera lenta. Eu sempre preferi as explosões, os apelos sentimentais e as crises que despertam levantando bandeiras brancas com poemas escritos. Tudo que é fácil e cheio de blábláblá cansa. Prefiro uma frase seca e sincera, quase não proferida, do que uma indireta boba com finalidade vulgar. Eu já acreditei em amores fáceis porque antes estava vazia e não sabia. Hoje eu só vivo o impossível, pois é dele que me alimento. A dor é a melhor professora que já conheci, e o que ela mais repete e nunca conseguimos entender é: que até para sofrer é preciso escolher por quem vale a pena. Até hoje não descobri.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

busca

porque existem pessoas que procuram, procuram, e nunca acham,
e existem aquelas pessoas que não se procuram e se acham.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

real



se eu não tô valendo muita coisa, lembre-se de que
ao menos ainda há coisas em que dou valor
e por serem poucas, existem muitos que tentam fazer parte delas
essa é a diferença!

terça-feira, 12 de abril de 2011



você tem tudo
eu não tenho nada
mas me responda, quem é mais livre, eu ou você?

a questão

A questão é que existe uma parte mais sua do que minha,
em mim

segunda-feira, 11 de abril de 2011

ensaio

 O segredo é não esperar de alguém o que essa pessoa simplesmente não pode oferecer.
Eu não disputo guerras que não existem só pra exibir o orgulho como troféu.
Afinal, quem sai ganhando com isso?

domingo, 10 de abril de 2011

metade


a verdade é que eu até sei sentir pela metade, 
mas prefiro acumular até que se descubra se realmente vale a pena sentir por inteiro.
aprendi a economizar palavras e sentimentos, pois até mesmo nos desejos mais insanos existe a necessidade em se precaver de perigos desnecessários e mesquinhos, que no fundo não te levam a nada.
e convenhamos, já estou cansada de caminhar sem saber aonde ir. perdição por perdição, a minha companhia sabe e pode dar conta de mim.

sábado, 9 de abril de 2011

a chance

e se tivesse te falado todas as injúrias que um dia desejei disparar contra ti,
que faziam do sentimento uma válvula de escape torta e confusa,
procurando tesouro em becos mal frequentados,
perderia a grande chance de me encontrar
naquele vazio que ficou, com ar de neblina

ao invés de buscar preciosidades pra te presentar
que hoje não representam mais nada além de dor que passa e não volta mais
e não restar nenhuma palavra coerente sobre nós,
eu pude então, dar fim, à refrões que funcionam melhor com outra pessoa
atrás da neblina mora o paraíso
não há o que perdoar em sua partida, e sim a agradecer
por abrir caminho à dias melhores
saída mal planejada e bem executada

sexta-feira, 8 de abril de 2011

me falta

sim, vocês estão certos, me faltam muitas coisas, muitos detalhes importantes. me falta foco, coragem, ambição, me falta a sede sagaz em se ter algo e ser capaz de passar por cima de tudo e todos para conquistar. me falta essa necessidade boba de parecer ser o que não sou, de ter o que não tenho e de ser capaz de fazer o que não quero. sim, me falta tudo isso. me falta preocupação, espírito competitivo e obstinação. porém, acima de tudo me falta a vontade de ter algo disso tudo que citei, pois são sensações que dispenso, me perdoem, mas não preciso.
mas se servir de consolo, existe algo que não me falta em segundo algum, nem quando tento dormir ou quando acordo ainda zonza, e essa coisa se chama paixão. cultivo paixonites por pequenas demonstrações, palavras e olhares, toques e expressões, que no fim das contas inspiram mais do que aquilo que pode ser comprado. a paixão é a única coisa que não se pode comprar, ou se sente de verdade ou não.
sou uma eterna apaixonada pela paz que a falta desse tanto de coisa besta me faz. não sou corpo, sou apenas alma. nem mais nem menos. sem futuro, sem passado. apenas a breve energia do agora, pois no fundo, no fundo é única que importa. me falta força para lutar, mas sobram sensações a se sentir. sem sofrimento não há sentimento, e se não houver sentimento ou compaixão, lhe pergunto: pra que existir então?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

pose

vocês são todos iguais, mesmo pagando de 'diferente de todo mundo'.
eu vejo as mesmas modinhas, mesmas gírias, mesmas posturas e pensamentos. vejo um pisando no outro e querendo abraçar o mundo com as pernas. vejo as mesmas cantadas, mesmas aproximações, mesmas atitudes exibicionistas. muito silicone e pouco coração. muito discurso e pouca atitude. muitas marcas de carros e poucas palavras sábias. muita competição e pouca fé. muita pegação e pouca compaixão. vejo muito orgulho e pouca sinceridade. muita pose e pouco peito.
já não me decepciono, pois nunca esperei muita coisa.
enquanto o vazio se espalha, me afasto
pra não me contaminar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

flechadas


ainda acredito em letras de músicas que parecem ter sido feitas para nós. ainda acredito em declarações sinceras ou não tão sinceras assim. em atos impensados, involuntários, frases fora de encaixe que no fim das contas se acertam em total sintonia. acredito na insanidade da saudade ao ponto de procurar sem saber aonde ir, como se sentindo a intuição fluir, e ainda encontrar, como se o vento soprasse as respostas para questões de muita complicação e pouca importância para serem debatidas.
e sobretudo acredito no 'poder estar com qualquer um' e no fundo só desejar estar com aquela pessoa. aquela e ninguém mais. acredito em flechadas que machucam por todo o percurso, até a hora em que a ferida sara e deixa uma brecha para a próxima (talvez a mesma de sempre). ainda existem aqueles que só gostam de quem só sabe desprezar. eu ainda prefiro aquelas raras pessoas que ainda possuem muito a acrescentar. sensações além de toque, pensamentos e sentimentos que mais confundem do que esclarecem. eu acredito no mundo novo que surge quando se está em absoluto estado de graça e paz, muito além de palavrinhas repetidas e jogos que apostam mágoas alheias.
existem coisas que aprendi sorrindo porque não doeram em mim. mas não será por isso que voltarei a repetir. lágrimas são caras, não me arrisco a arrancar de alguém. e ainda prefiro ter certeza das loucuras incertas e dividir o que há para ser dividido em seus devidos exageros. sentir tudo e nada ao mesmo tempo, encher a cara com ilusões verdadeiras.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

verdade


eu era mais feliz quando não me importava com nada.
nem com ninguém.